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57 anos de idade, 125 cilindradas e o deserto do Atacama pela frente - JCNET

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  • 57 anos de idade, 125 cilindradas e o deserto do Atacama pela frente - JCNET

    57 anos de idade, 125 cilindradas e o deserto do Atacama pela frente

    Sobre duas rodas, Fátima Ribeiro, a Fá Intruder, encara, sozinha, 6,7 mil quilômetros com destino ao Chile e ainda vai subir a Cordilheira dos Andes

    Marcus Liborio

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    Samantha Ciuffa[http://www]Fátima Carvalho Ribeiro, 57 anos, em sua Intruder 150 cilindradas, a Mity

    “Tenho medo de passar meus domingos sentada no sofá”. Com espírito aventureiro e bem humorada, Fátima Carvalho Ribeiro encara  6,7 mil quilômetros rumo ao deserto do Atacama, no Chile. Detalhe: ela está viajando sozinha, montada em sua Suzuki Intruder 125 cilindradas. “Essa moto é o meu número: baixinha, confortável e econômica”, brinca.

    A motocicleta foi batizada de Mity, propositalmente, para complementar o nome de sua outra moto, a Dina. As duas, juntas, formam a palavra “Dinamity”. É importante frisar que a secretária escolar, mais conhecida como Fá Intruder, tem 57 anos, fator que está longe de ser um empecilho. 

    “A idade dá mais maturidade. Você acorda de manhã e percebe que tudo está passando muito rápido. Por isso, jamais adie o seu sonho”, ensina a aventureira, que já está com o pé na estrada. Ou melhor, com as rodas na estrada. 

    A paixão pelo motociclismo ela herdou do pai, já falecido, e começou ainda na infância. “Guardo uma foto em que estou com meu pai em uma vespa, quando eu tinha 5 anos. E tem mais: sou do signo sagitário, de pessoas aventureiras e que buscam fortes emoções”. 

    Tal busca, aliás, é constante. Ela ostenta um extenso “currículo” sobre duas rodas, com passeios e encontros de motociclistas aos finais de semana e passagens por diversas regiões do Brasil e do Exterior. Na última viagem, em fevereiro deste ano, ela viu de perto as belezas de Montevideo, capital do Uruguai.

    500 km por dia

    [http://www]

    Fá Intruder equipou a Mity com mochila, barraca e saco de dormir. Afinal, a expedição, denominada “Rolezinho no Deserto”, é longa. São 6,7 mil quilômetros até o deserto do Atacama (veja percurso no quadro acima), que devem ser percorridos em uma semana, considerando a média de 500 quilômetros por dia.  

    “A maioria das noites pretendo armar a barraca. Também tenho muitos amigos virtuais em tudo quanto é canto, que podem me dar pousada. A gente dança conforme a música”, brinca. Ela, inclusive, é administradora do grupo no Facebook “Indruder 125”, que tem 6 mil integrantes. 

    Por falar em música, a trilha sonora da viagem seguepor conta da banda britânica de heavy metal Iron Maiden e do cantor Bruce Dickinson (que é vocalista do grupo, mas também mantém carreira solo). “Vou ouvindo eles o percurso todo. É o som da minha vida”. Inclusive, a moto de Fátima é repleta de adesivos da banda. 

    Cordilheira dos Andes

    Chegando em seu destino, ela planeja esticar ainda mais a viagem. “Imagina: estarei a 200 quilômetros do [oceano] Pacífico e não vou até lá fazer uma selfie?”, diverte-se, lembrando que o maior desafio da aventura será a subida pela Cordilheira dos Andes, com cerca de 4,8 mil metros de altitude. 

    “Dizem que vai ser difícil subi-la com moto carburada. Quero ver não subir! Inclusive, estou tirando minhas dúvidas com uns amigos da concessionária porque certamente terei de mexer no carburador”, revela. 

    Fá Intruder acredita ser a primeira mulher a percorrer grande distância pilotando uma moto com apenas 125 cilindradas. Questionada se a viagem ao Atacama seria o seu limite, ela dispara: “É só o começo. Ainda tenho muitos planos como fazer um ‘tour’ por todo o Nordeste, percorrendo mais de 8 mil quilômetros”, projeta. 

    Gerações às avessas

    Fátima Carvalho Ribeiro tem quatro filhos: duas mulheres (de 35 e 32 anos) e dois homens (31 e 18 anos). Mas o que eles pensam do espírito aventureiro da mãe? “Esse que é o problema. Eles dizem que sou meio doida. Mas eu sei que é preocupação e, no fim das contas, acabam me apoiando. Em casa, há um conflito de gerações às avessas”, definiu, aos risos. 



    http://m.jcnet.com.br/Geral/2016/09/...la-frente.html

  • #2
    Com essa idade e de 125cc, aí já ganhou o prêmio "Xarope do Ano". Eu gosto de aventura, mas não faço o estilo Pablo de sofrência. kkkkkkkkkkk

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    • #3
      Eu tiro o chapéu e de certa forma até invejo o desprendimento que ela tem. Vai sair sozinha, com uma moto inadequada e está feliz com isso. Gostaria de fazer uma coisa dessas algum dia...e ela está corretíssima quando diz: " Você acorda de manhã e percebe que tudo está passando muito rápido. Por isso, jamais adie o seu sonho”

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      • #4
        Vale a pena um passeio desses, mas também vale a pena fazer as coisas com a sua devida sustentação, envelhecer e estar vendo o tempo passar não pode ser pretexto para se meter os pés pelas mãos. A iniciativa é boa, o meio pelo qual chegará até lá, duvidoso.
        Let the good times roll !

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